Corpo de Cid Moreira será velado em duas cidades no RJ e sepultado em Taubaté, SP
Jornalista icônico faleceu aos 97 anos; voz e legado são lembrados por colegas e público.

Cid Moreira durante apresentação do Jornal Nacional — Foto: Acervo Grupo Globo
Nesta quinta-feira (3), o Brasil perdeu um de seus ícones do jornalismo, Cid Moreira, que faleceu aos 97 anos. Conhecido por sua voz marcante e presença inconfundível à frente do Jornal Nacional, Cid será velado em duas cidades do estado do Rio de Janeiro, com o sepultamento programado para ocorrer em Taubaté, São Paulo.
O primeiro velório acontecerá nesta tarde de quinta feira (03) na cidade de Petrópolis no Parque Municipal Prefeito Paulo Rattes, onde Moreira residia, e o segundo será realizado nesta sexta (4), haverá uma segunda cerimônia de despedida no Palácio Guanabara, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio. O salão nobre estará aberto das 8h30 às 10h para a família e de 10h às 13h para o público. A escolha de Taubaté para o sepultamento se deve a um desejo antigo do jornalista, que tinha laços com a cidade.
Um legado imortalizado
Cid Moreira é lembrado por sua atuação no Jornal Nacional, onde trabalhou por mais de duas décadas. Sua voz poderosa ficou eternizada com bordões e expressões que marcaram a história da televisão brasileira, como "Mister M" e "Jabulani". William Bonner, que sucedeu Moreira no comando do Jornal Nacional em 1996, destacou a importância do colega e a influência que ele teve no jornalismo televisivo no Brasil.
Além de suas passagens pela TV, Moreira também é reconhecido por seu trabalho com narrações bíblicas, consolidando sua imagem como um comunicador de prestígio e versatilidade.
O falecimento de Cid Moreira é uma perda significativa para o jornalismo brasileiro, mas seu legado de ética, profissionalismo e paixão pela comunicação permanecerá vivo por muitas gerações.









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