A candidata a vereadora de São Paulo Léo Áquilla relata ataque a tiros durante campanha
Candidata a vereadora pelo MDB afirma que ataque foi motivado por sua defesa de pautas LGBTQIA+; polícia investiga tentativa de homicídio
Léo Áquilla diz ter sofrido atentado na região metropolitana — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
Na noite desta quinta-feira (26), a candidata a vereadora em São Paulo, Léo Áquilla, declarou ter sofrido um ataque a tiros enquanto fazia campanha na Zona Norte da cidade. Segundo o relato de Léo, que é uma mulher trans e militante das causas LGBTQIA+, um motociclista armado abordou o carro em que ela estava junto com seu assessor e disparou contra o veículo. Felizmente, ninguém ficou ferido, e o agressor fugiu logo após o ataque.
Léo Áquilla classificou o incidente como uma tentativa de homicídio, sugerindo que o ataque foi motivado por sua defesa das pautas relacionadas aos direitos LGBTQIA+. Ela ressaltou a importância de seguir em frente na luta pelos direitos da comunidade, apesar das ameaças e violência.
A Polícia Civil de São Paulo já iniciou uma investigação para apurar o caso e entender as motivações do ataque. A hipótese de tentativa de homicídio está sendo analisada, mas ainda não há informações concretas sobre a identidade do atirador.
O ataque gerou repercussão entre líderes políticos e ativistas dos direitos humanos, que expressaram solidariedade a Léo e reforçaram a necessidade de garantir a segurança de candidatos, especialmente aqueles que enfrentam preconceito por suas causas e identidades.
A candidatura de Léo Áquilla, conhecida por seu trabalho em defesa da comunidade LGBTQIA+, agora segue em meio a um cenário de tensão e incerteza, mas com o compromisso de continuar sua luta por igualdade e justiça.










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